Seria Deus cruel?
Vamos supor que Deus fosse um cirurgião e a humanidade fosse um paciente com diversos tumores cancerígenos espalhados pelo corpo. Alguns tumores são grandes e outros pequenos. Após analisar a situação criteriosamente, o cirurgião resolve operar o paciênte. Como isso de dará??? Com incisões, derramamento de sangue, mutilações e etc. Quem assistir a operação sem entender o que está se passando, certamente taxará o cirurgião de monstro, imoral, cruel e por aí vai… Mas quem compreende bem a situação, terá uma outra visão do episódio em epígrafe. O Cirurgião agiu desta maneira para salvar o paciênte. Sua “crueldade” foi necessária para extirpar o câncer. Quem não conhece esta patologia e nem se interessar em se inteirar, jamais reconhecerá que um Cirurgião é extremamente necessário para a manutenção da vida.
Vamos lançar luz a esta analogia:
1) Deus = Cirurgião;
2) Humanidade = paciente;
3) Tumor grande = Pecado e pecadores irreconciliáveis;
4) Tumor pequeno = Pecado em potencial e futuros pecadores irreconciliáveis (crianças criadas por pagãos);
5) Operação = Retirada dos tumores com incisões, derramamento de sangue, mutilações;
6) Pessoas que ignoram a existência do câncer = Ateus;
7) Pessoas que compreendem a ação do Cirurgião = Crentes.
O mundo está abandonado à sorte desde a queda do homem. As coisas ocorrem com a ciência de Deus mas não que necessariamente isso corresponda à Sua perfeita vontade, todavia, é bom saber que está claro na Bíblia que Deus não tem prazer na morte do ímpio e nem em quaisquer circunstâncias adversas, porém Deus não pode desonrar a Si mesmo. O que restou então???
Resta-nos uma Boa Nova: Deus providenciou um meio de saldar-nos a dívida, encarnando-se e de forma vicária, morrer para nos possibilitar a vida. Mas ainda depende de nos arrependermos, pois não pode tirar-nos o livre arbítrio. Deus pode nos convencer, mas não pode nos converter. Isso depende de nossa aceitação à Sua oferta gratuita.
Concordar ou não com isso, não fará de Deus um Ser mais ou menos existente. Portanto sejamos sábios ou no mínimo espertos para aceitar esta tão magnífica salvação.
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